Na manhã desta sexta-feira (28), representada pela presidente Ivana Bastos (PSD-BA), a Unale assinou, virtualmente, um Acordo de Cooperação Técnica com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), representado pela ministra Damares Alves, para inserir as mulheres na política e incentivar a participação delas nas Eleições Municipais 2020.

A medida faz parte do projeto, intitulado: Mais Mulheres na Política – Eleições 2020.

Com isso, será realizada uma ação conjunta entre Unale e Governo Federal com o objetivo da elaboração de uma cartilha (que se chamará: Mais Mulheres no Poder) instrutiva, para oferecer às mulheres informações relevantes sobre o pleito municipalista deste ano e despertar nas mesmas o interesse em participar da política.

Durante o encontro, a presidente Ivana ressaltou a importância da participação feminina na política e destacou as dificuldades que enfrentou para entrar no campo político. “É nítido que nós, mulheres, temos dificuldades para sermos eleitas e fazer parte da dinâmica política. Mas a Unale tem reforçado em todos os estados, com ações e incentivo para implementação da Procuradoria da Mulher em todos as Casas Legislativas, a importância da participação feminina na política”, disse.

Para a produção da cartilha, será seguido um cronograma de atividades pelos agentes cooperativos, com estabelecimento de metas e resultados sistematizados para envio à Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres (SNPM), que acompanhará todo o processo de produção da cartilha.

Ao final do evento virtual, a ministra Damares Alves, falou que “as mulheres são fortes, determinadas, capacitadas e qualificadas e, por isso, precisam ocupar os diversos segmentos da sociedade e, especialmente, o processo político. Precisamos garantir o nosso espaço.”

Mulheres na política

O Brasil é um dos países com os menores índices de representatividade legislativa feminina na América Latina. A participação feminina na política é vinculada à inserção das mulheres na vida pública em geral.

A existência de cotas para registro de candidatura tem propiciado elevar o número de candidatas, em contraponto, evidencia as dificuldades das brasileiras que ascenderam ao poder político.

É preciso modificar essa realidade e tornar o processo eleitoral igualitário e com participação ativa dos gêneros masculinos e femininos.

Camila Ferreira/ Ascom Unale
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