china_02Brasil e China vão desenvolver, a partir de agora, oficialmente, maiores relações entre as cidades dos dois países, em consequência de acordo assinado nesta quinta-feira (17), no Palácio do Planalto, na presença dos presidentes Dilma Rousseff e Xi Jinping. Pelo Brasil, firmou o acordo o presidente da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), José Luís Tchê (PDT/AC) e pela China, Li Xiaolin, presidente da Associação Internacional das Cidades Amigas da China (CIFCA). A Unale contou, ainda, com a presença do secretário-geral, Sérgio Leite (PT/PE), Wasny de Roure, presidente da Câmara Legislativa de Brasília e Lauri Gisch, diretor-geral.

Para Luís Tchê, o acordo vai potencializar a relação de cidades chinesas com brasileiras, que deverão resultar na ampliação de negócios e no dinamismo de intercâmbios culturais. Na solenidade de assinatura dos acordos, a presidente brasileira destacou que a China é, desde 2009, o maior parceiro comercial do Brasil, com a troca de produtos, serviços e mercadorias alcançando 90 bilhões de dólares/ano. Acre e Pernambuco serão os primeiros estados a receber comitivas chinesas.

Na opinião do presidente eleito da Unale, a celebração do acordo vai assegurar a ampliação dos negócios. No caso específico do Acre, ele acredita que o Estado receberá em breve comitivas de chineses para definir áreas que serão contempladas com investimentos nos setores econômico, ecológico e cultural.

O acordo estabelece que a Unale e a CIFCA vão implantar programas de intercâmbio, pesquisa de especialistas e cooperação a nível municipal e estadual, além da organização e participação conjunta de encontros para o debate de interesse mútuo. Os programas serão supervisionados pelos representantes das entidades na esfera de suas respectivas competências.

“No caso do Acre” – disse Tchê – “vamos aguardar as primeiras delegações chinesas para mostrar que a ligação rodoviária entre o Estado e o Peru é uma alternativa para o incremento de relações comerciais que serão de proveito de ambas as partes”.

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