A principal pauta abordada ao longo da semana foram as discussões em torno de garantir o retorno seguro das aulas presenciais. Diversos estados tem apresentado estratégias e medidas conforme a realidade de cada região.

No Distrito Federal tem sido estudado a possibilidade de retornar as aulas presenciais dia 20 de julho, porém pais e professores se mostraram insatisfeitos quanto a isso.

No Ceará, a prefeitura de Fortaleza antecipou em 12 dias o retorno das aulas presenciais nas instituições de ensino privadas. Com a decisão, as atividades poderão retornar no dia 20 de julho. No decreto anterior, do dia 5 de junho, a suspensão das atividades escolares seguia até 31 de julho.

Em São Paulo foi anunciada a retomada das aulas presenciais no dia 8 de setembro, com um rodízio de alunos estipulado pela própria instituição de ensino.

No Tocantins, também estuda-se o retorno às aulas com adoção de medida semelhante, através de rodízio, intercalando semanalmente a presença de parte dos alunos nas escolas e parte em plataforma virtual.

Outro destaque desta semana foi o recuo nas medidas de retomada em estados como São Paulo, Goiás e Santa Catarina, que haviam retomado algumas atividades de lazer, e após o aumento de casos, voltaram a fechar ou funcionar de forma reduzida, algumas destas atividades.

No Mato Grosso do Sul, foi descartado o uso de máscaras durante a prática de esportes, após nova recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), que afirma o equipamento pode ficar molhado e tornar a respiração mais desconfortável, dificultando a captação de ar.

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