Com o número de leitos de UTI cada vez mais enxuto em diversas unidades de saúde estaduais, o colapso médico se torna uma realidade e as unidades federativas recuam, de maneira significativa, na retomada da economia local e medidas de isolamento social mais rígidas são estabelecidas.

Na Bahia, 14 municípios seguem com toque de recolher noturno, onde a circulação fica liberada apenas para ida a serviços de saúde ou farmácia ou ainda em situações em que fique comprovada a urgência. Foram proibidos a permanência e o trânsito em vias, equipamentos, locais e praças públicas de 18h às 5h da manhã.

O Rio de Janeiro, que já teve a liberação de algumas atividades não essenciais, pretende liberar todas as atividades econômicas do estado a partir de outubro. O governo ressaltou que a única condição para a retomada definitiva, seria a queda contínua da curva de casos da Covid-19.

Em contraponto, no Paraná está permitido, a partir de hoje, o funcionamento de academias durante a semana, mas está proibida a venda de bebidas alcoólicas após às 22h e foi estabelecido toque de recolher.

Já o governo do Distrito Federal aumentou fiscais nas ruas e estabeleceu tolerância zero com quem não usar máscara nos ambientes.

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