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Diante de um cenário de instabilidade emocional acirrado provocado pela pandemia de coronavírus e consequente, a Unale apoia a Campanha do Janeiro Branco, onde se tem como foco chamar a atenção para os temas da Saúde Mental e da Saúde Emocional nas vidas das pessoas. Neste ano, a entidade adotou o seguinte slogan: O cuidado com a saúde mental não pode passar em branco, em alusão ao mês de conscientização sobre a importância de se cuidar da saúde mental e emocional.

Dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) relatam que o Brasil é o segundo país das Américas com maior número de pessoas depressivas, equivalentes a 5,8% da população, atrás dos Estados Unidos, com 5,9%. A depressão é uma doença que afeta 4,4% da população mundial. O Brasil é ainda o país com maior prevalência de ansiedade no mundo (9,3%).

Com a chegada da pandemia do Covid-19, as doenças mentais se multiplicaram no Brasil, isso por causa do isolamento social obrigatório, além das incertezas e inseguranças que a situação trouxe a todos.

De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é recomendado conversar com pessoas de confiança, fazer exercícios físicos, investir em meditação, leitura, exercícios de respiração, artesanato; estimular ações compartilhadas de cuidado, evocando a sensação de pertencimento social, como as ações solidárias e de cuidado familiar e comunitário.

CVV
O Centro de Valorização da Vida presta serviço voluntário e gratuito de apoio emocional e prevenção do suicídio para todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo e anonimato. Basta ligar no 188. Também é possível acessar www.cvv.org.br para chat, disponível 24 horas.

Onde Surgiu a Campanha?

Inspirado no Outubro Rosa, o Janeiro Branco surgiu em 2014 e foi idealizado por psicólogos de Uberlândia, Minas Gerais. O objetivo da campanha é conscientizar sobre a importância da promoção e proteção à saúde mental. O projeto convida as pessoas a refletirem sobre suas vidas, a qualidade dos relacionamentos e incentiva o debate sobre o tema em todos os espaços.

Yago Fernandes / Ascom Unale

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