evandro_garla_artigoEvandro Garla é deputado distrital pelo PRB

A maioria dos adolescentes que não conseguiram finalizar seus estudos no ensino fundamental e médio, frequentemente, optam pelo antigo supletivo. Essa modalidade atrai milhares de alunos pela rapidez em concluir as séries. As matrículas de alunos de 15 a 17 anos nos anos finais da Educação de Jovens e Adultos (EJA) subiram 6% no período de 2003 a 2007 para 466 mil matrículas.

Os números mostram que a fatia dos adolescentes nos anos finais do ensino fundamental da EJA saltou de 22,3% para 30%. Essa migração reflete a dificuldade das escolas em manter os alunos em série. A notícia boa é que a ida dos adolescentes para a Educação de Jovens e Adultos melhora as estatísticas escolares.

Portanto, os alunos atrasados deixam de ser contabilizados em indicadores do ensino regular, como a distorção entre idade e série cursada, que vem caindo no País.

Dados revelam que esses alunos são os que apresentam pior desempenho escolar e deixam de participar de avaliações externas. Para especialistas, essas tendências parecem ser fruto de tentativas das escolas em melhorar o desempenho dos seus alunos.

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