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Deputados, agricultores e autoridades locais cobraram uma solução rápida para o problema da regulamentação dos agricultores que vivem em terras do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs) na região do Sertão Central, no Ceará. A questão foi debatida em reunião da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento do Semi-Árido da Assembléia, no último dia  26.

A deputada Rachel Marques (PT), que solicitou o debate, destacou que a falta de regulamentação dos lotes tem gerado problemas a centenas de famílias que vivem no entorno dos açudes Cedro, em Quixadá; Pompeu Sobrinho, em Choró; Arrojado Lisboa, em Banabuiú e Trapiá, em Pedra Branca.

“Sem a regulamentação dos lotes, o agricultor não pode ter acesso a financiamentos e outros projetos voltados à agricultura familiar”, ressaltou a parlamentar. Segundo ela, “essas populações têm nos açudes do Sertão Central sua principal fonte de trabalho e renda” e quer abrir diálogo com a Procuradoria Geral da União (PGU) para buscar uma solução para o problema.

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