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O presidente do Instituto Lixo Zero, Rodrigo Sabatini, ressaltou que o encaminhamento correto dos resíduos ainda é uma realidade distante na maior parte do Brasil e de Santa Catarina. O assunto foi tratado na terça-feira (23), durante seminário realizado na Assembleia Legislativa.

Atualmente, disse Sabatini, em mais de 50% dos municípios brasileiros os resíduos são levados diretamente para lixões. O país é considerado um grande reciclador de alumínio, mas ainda reaproveita pouco materiais como vidros, latas, pneus e plásticos.

O Instituto estima que a cada ano são desperdiçados R$ 4,6 bilhões porque não se recicla tudo o que poderia. Mesmo Florianópolis, uma das cidades mais bem colocadas no setor entre todas as cidades brasileiras, exemplificou, destina atualmente apenas 7% de seus resíduos à coleta seletiva.

De acordo com Rodrigo, o caminho para se chegar ao nível de cidades como Boräs, na Suécia, com 99% de aproveitamento de seus resíduos; Capena, na Itália, com 97%; e San Francisco, com 80%, passa pela implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituído pelo governo federal.

Fonte: ALESC

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