Por conta do aumento no número de mortes por covid-19 em 10 unidades federativas (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Paraíba), e flagrantes de desrespeito ao distanciamento social, alguns estados recuam na flexibilização, mas buscam mecanismos para auxiliar a economia.

Em Tocantins, a prefeitura de Palmas decidiu fechar o acesso de veículos às praias, como forma de evitar aglomerações nos locais, após grande movimentação ser registrada no último final de semana. Também está proibido o funcionamento noturno de estabelecimentos comerciais por 14 dias.

Na Bahia houve a prorrogação, até 31 de julho, da suspensão de aulas presenciais, eventos com mais de 50 pessoas, abertura de museus, parques, zoológicos, teatros e afins, além do funcionamento do comércio não essencial. O transporte intermunicipal está suspenso até 19 de julho em 385 municípios e foi estabelecido novo toque de recolher noturno em diversos municípios, medida que passa a vigorar entre os dias 13 a 19 de julho.

Em Mato Grosso, as aulas presenciais em escolas municipais de Cuiabá continuarão suspensas até o dia 2 de agosto, conforme o novo decreto assinado sexta-feira (10).

No Ceará, o decreto de isolamento social também foi prorrogado, mas autorizou, a partir de hoje (13), na Capital a Região Metropolitana, a retorno do futebol profissional, de barracas de praia e agências de viagens, além da Região Norte agora seguir para a fase de transição. Já as regiões do Sertão Central, do Litoral Leste e Jaguaribe permanecem na fase 1 e a região Sul, onde os indicadores continuam subindo, foi mantido o isolamento social rígido.

Também seguindo medidas mais duras de distanciamento, o Paraná autorizou que restaurantes e lanchonetes inseridos nos shoppings centers, situados nas 8 regiões mais afetadas, voltem a atender apenas por delivery, não permitidas modalidades de drive-thru e pontos de coleta balcão. Pelas últimas determinações estes estabelecimentos estavam totalmente fechados sem nenhum tipo de serviço.

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