Cadastramento é feito em diversos hemocentros espalhados pelo Estado de forma rápida e simples

Os paulistas formam a maioria dos cadastrados no Redome (Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea), com mais de 1,4 milhão. Esse destaque só foi possível graças às diversas campanhas promovidas em várias cidades do Estado para conscientizar a população.

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo criou, em 2017, a Semana de Mobilização Estadual para Doação de Medula Óssea pela Lei 16.386/2017, a ser realizada anualmente entre os dias 14 e 21 de dezembro. Essa proposta é de autoria do ex-deputado Ed Thomas. Já no ano seguinte, foi instituída a campanha Fevereiro Laranja por meio da Lei 17.207/2019, de autoria do deputado Thiago Auricchio (PL).

Há quatro anos, também foi criado o Sistema Paulista de Cadastro e Doação de Medula Óssea com o objetivo de dar mecanismos para a atuação da Secretaria Estadual da Saúde quanto ao cadastro de novos doadores e realização de transplantes. A Lei 16.790/2018, de autoria de Fernando Cury (União Brasil) determina que o Estado, em conjunto com a União, deve promover as medidas necessárias para a capacitação de pessoal e melhoria na estrutura na rede de coleta e cadastramento de novos doadores.

O transplante de medula é fundamental para pacientes com doenças do sangue, como leucemia, linfomas e alguns tipos de anemia. Até setembro, mais de 830 transplantes foram realizados no Estado somente pelo SUS. Hoje são 31 hospitais habilitados para a realização de transplantes de medula óssea de forma gratuita.

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Fonte: ALESP

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