A Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), por meio da Coordenação de Ações em Saúde, realizou a palestra educativa “Escutar o corpo e reconhecer sinais para prevenir o Lúpus, Alzheimer, Fibromialgia e Leucemia” na manhã desta quinta-feira (26). Na ocasião, a médica Marcy Magalhães e o enfermeiro Caio Franklin, ambos do Setor Médico da Alepi, falaram sobre as medidas de prevenção, cuidados e como perceber os primeiros sinais das doenças.
Marcy Magalhães explicou que o Centro Clínico da Assembleia trouxe a proposta de todos os meses falar sobre o impacto de doenças relacionadas ao mês corrente. “É muito importante trazemos informações sobre essas doenças, porque muitas vezes os servidores não têm conhecimento sobre como identificá-las, quais são os sinais de alerta para que procurem um médico e fazer exames básicos. O mais importante é que os servidores tenham uma sobrevida melhor, façam tratamento quando necessário e tenham maior qualidade de vida”, frisou.
Além das palestras, foram ofertados serviços de aferição de pressão e glicemia, além das orientações necessárias. Marcy Magalhães conta que houve grande adesão os servidores para os atendimentos. “Muitos deles são hipertensos e queriam acompanhar como está o tratamento. Alguns haviam tomado medicação e a pressão estava controlada. Outros, conseguimos identificar alterações e solicitamos que marquem consulta no nosso centro clínica para ver se precisam de adequação no tratamento”, pontuou.
Uma das servidoras que acompanhou as palestras e utilizou os serviços ofertados foi Nilta de Oliveira, que trabalha na Consultoria Administrativa da Casa. Ela comemorou a iniciativa e destacou que gostaria que essas atividades acontecessem mensalmente. “É bom pra ficarmos atentos e ter qualidade de vida. Muitas vezes, só procuramos ajuda quando já temos um problema”, disse.
Nilta de Oliveira contou que as palestras elucidaram dúvidas e mitos sobre as doenças. “Muita gente acha que leucemia [e só tem jovem, ouve falar também em crianças e não sabe que também tinha em pessoas idosas. Também tem alguns sinais como taxas alteradas, febre, e a médica também falou sobre qualidade de vida e alimentação. Isso também é muito bom, porque nem todo mundo frequenta academia ou tem um nutricionista para orientar”, concluiu.
Fonte: ALEPI



