Por sua importante participação dentro da atuação do Legislativo no Estado, a biblioteca da Assembleia Legislativa do Estado do Pará  (Alepa) tornou-se referência para pesquisas na área. Com 30 anos de existência, ela possui em seu acervo cerca de 3 mil publicações. 90% delas são da área de Direito e Ciência Política. O restante, formado por livros de história, geografia e literatura em geral.

Em 1997 acrescentou em seu nome homenagem ao advogado paraense, professor, jurista e escritor Silvio Meira. Alguns anos mais tarde, mudou de nome para Biblioteca Legislativa Deputado Newton Miranda, pelo esforço e investimento feito na aquisição de livros, criação de ações e divulgação feita pelo então deputado.

Seu acervo, que passa por um necessário processo de informatização/catalogação, é composto por livros, folhetos, enciclopédias (Lex e Vox Lex), anais do Senado Federal, leis, decretos, portarias e resoluções.

Entre os títulos existentes, já foram catalogados até o momento mais de mil livros, com o devido código de barras e localização no sistema. 730 obras raras se encontram em processo de manutenção e restauração, com destaque a Constituição do Estado do Pará (1891), Atas do Governo Provençal (1890), Pareceres da Assembleia Provençal (1830 – 1878), Atas da Assembleia Provençal do Pará a partir de 1838 e inúmeras obras manuscritas.

A Biblioteca oferece também a consulta de leis e decretos elaboradas a partir de 1975, bastando que o interessado tenha a numeração e o ano de publicação.

Seu público é diversificado e formado por funcionários, deputados, assessores, procuradores e advogados, professores, estudantes de direito, relações internacionais e pesquisadores.
O acesso acontece sempre de forma gratuita, porém é necessário que seja agendado. O horário é de 8 às 14 horas.

Para Sandra Reis, que trabalha na biblioteca há 38 anos, a Biblioteca Newton Miranda é muito mais do que um local de trabalho. “Aqui é minha vida. Tenho muito amor por esta Casa. Depois que entrei pra biblioteca, não passei mais por nenhum setor. Já era para eu ter me aposentado, mas ainda não tive coragem de ir embora daqui”, disse a bibliotecária.

Fonte: ALEPA
Compartilhe!