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alemgredesEm um Estado com 853 municípios, alguns tão distantes de Belo Horizonte quanto Salto da Divisa (a 827 quilômetros da Capital), uma das principais apostas da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) para se aproximar dos cidadãos passa pela internet e, especialmente, pelas redes sociais. A ALMG está presente hoje em várias dessas redes, tais como o Facebook, Twitter, Instagram e YouTube.

A importância desses aplicativos eletrônicos para a democracia e para o debate político é que eles podem abreviar o caminho da participação, transformando quilômetros em alguns cliques.

Quem acessa as páginas e os perfis da Assembleia pode, além de se informar sobre o que acontece no Parlamento mineiro, participar do processo legislativo, dando sua opinião sobre projetos de lei ou acompanhando as reuniões parlamentares.

Pode ainda assistir a vídeos produzidos pela TV Assembleia sobre os temas em debate ou mesmo inscrever-se em cursos oferecidos pela Escola do Legislativo, alguns deles gratuitos.

No Facebook, dois posts diários publicados no perfil da ALMG tratam, entre outros assuntos, de campanhas educativas, dicas, serviços, agenda cultural, divulgação de leis, informações sobre o Legislativo e homenagens ou questionam o leitor sobre sua opinião a respeito dos projetos em tramitação.

Muitas discussões que repercutem na internet se referem a proposições aprovadas pelo Parlamento, tais como:

    O Projeto de Lei (PL) 2.856/15, dos deputados Fred Costa (PEN) e Noraldino Júnior (PSC), que trata das penalidades aos maus-tratos contra animais;
O PL 1.504/15, do governador, que instituiu em Minas o piso salarial nacional do magistério e concedeu reajuste para os servidores da educação.

Votação popular

Outros debates trataram de questões que nem chegaram a ser votadas no Plenário, mas despertaram um intenso engajamento. Um dos principais exemplos foi a polêmica em torno do Uber, aplicativo que cadastra veículos particulares para transporte.

Se as audiências públicas realizadas atraíram dezenas de pessoas, a participação na internet foi além: foram 3.899 votos populares na enquete que tratou do PL 2.676/15, do deputado Fred Costa (PEN), que proibiria serviços de transporte que operem por meio de aplicativos eletrônicos.

As redes sociais facilitam o acesso e ampliam o alcance de serviços como esse, intitulado Dê sua Opinião sobre Projeto em Tramitação. Por meio dele, além de se posicionar contra ou a favor das propostas legislativas, o cidadão pode deixar críticas, elogios ou sugestões de alteração.

Também com frequência, a Assembleia utiliza as redes sociais para divulgação de campanhas educacionais. A febre amarela foi um dos temas mais recentes. Nesse caso, a ALMG apoiou campanha promovida pela

Secretaria de Estado de Saúde.

Em outras situações, as campanhas na internet reforçaram eventos realizados em parceria com movimentos sociais, tais como os ciclos de debates que discutiram a participação da mulher na política e a violência de gênero.

Memória on-line

A internet também valoriza o trabalho realizado pela TV Assembleia. No Facebook, foi muito compartilhado o documentário Memórias Rompidas, produzido pela emissora, que trata das consequências do rompimento da barragem de rejeitos da Samarco, que destruiu o povoado de Bento Rodrigues, matou 19 pessoas e poluiu o Rio Doce com rejeito de minério.

Boa parte da produção da TV Assembleia está também no YouTube. Alguns dos vídeos mais visualizados tratam de questões políticas. São exemplos as entrevistas com:

    O auditor fiscal Gabriel Corrêa, sobre a reforma da previdência;
A vereadora mais votada da Capital em 2016, Áurea Carolina (PSOL);
O então candidato e hoje prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS).

Outro destaque são vídeos com atrações do Zás e do Segunda Musical, projetos da Assembleia Cultural.

Jovens – As redes sociais também são um instrumento importante na realização de projetos de educação para a cidadania, uma das prioridades da Assembleia. Um exemplo é o Parlamento Jovem, voltado aos jovens dos ensinos médio e superior, e realizado pela Escola do Legislativo em parceria com a PUC Minas e câmaras municipais.

O projeto ganhou um perfil próprio no Facebook, bastante utilizado pelos estudantes para interagir e se informar sobre os temas em discussão a cada ano.

O interesse da Assembleia no público jovem justifica ainda sua presença no Instagram, uma vez que essa é a rede social que mais cresce nessa faixa etária. O que atrai os jovens é a informalidade de suas publicações e o foco em imagens, que também podem ser utilizadas para traduzir mensagens políticas.

Já o Twitter, por sua agilidade, favorece a divulgação da agenda do dia na ALMG e permite o acompanhamento em tempo real de eventos ou mesmo de manifestações que ocorrem com frequência na Praça da Assembleia.

Fonte: ALEMG
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