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A Comissão de Educação, Desportos e Lazer da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) reuniu-se nesta quarta-feira (12) para deliberar ações de enfrentamento de casos de violência em estabelecimentos educacionais no Estado. O encontro contou com a presença dos deputados Coronel Chagas, Angela Águida Portella, Aurelina Medeiros, Isamar Júnior  e Armando Neto.

“Esse é um assunto que tem preocupado, com certeza, a todos os pais e mães que têm filhos estudando em escolas públicas e particulares em nosso Estado. A gente via isso acontecer em outros países e de repente chegou no nosso país, nas escolas das nossas cidades, no Brasil e, agora também aqui no nosso quintal, nosso pátio, em Roraima, temos visto notícias que preocupa a todos”, disse o presidente da comissão, deputado Coronel Chagas, enfatizando que o papel do Legislativo, neste momento é contribuir no encaminhamento de sugestões ao Poder Executivo, para levar tranquilidade à toda a comunidade escolar.

Vice-presidente da comissão, Portella destacou, como resultado prático da reunião, o requerimento para transformar a sessão plenária da próxima quarta-feira (19) em audiência pública.

“Vamos convidar as secretarias de Educação [Seed], Segurança Pública [Sesp], das Cidades [Secidades], conselhos tutelares, associações de pais e mestres e todos os segmentos da sociedade que possam contribuir com essa discussão e juntos buscarmos estratégias de ação para dar o mínimo de segurança para as crianças poderem continuar frequentando a escola”, disse.

Durante o debate na comissão, o deputado Isamar Júnior alertou que os pais precisam estar atentos aos filhos, principalmente por causa dos jogos eletrônicos. “Hoje a internet tem muitos jogos que incitam a violência e nossas crianças têm acesso de forma muito rápida a isso”, declarou.

A parlamentar Aurelina Medeiros defendeu, de forma emergencial, que haja de dois a três porteiros na entrada para melhor fiscalização das pessoas que transitam no ambiente escolar. “A curto prazo, é necessário que as escolas tenham porteiros para verificar o conteúdo de bolsas e mochilas, porque não é justo que passemos essa responsabilidade aos professores”, argumentou.

O deputado Armando Neto afirmou que hoje há a inversão de papéis, em que a responsabilidade pelas crianças é transferida para o sistema educacional. “Sempre foi obrigação dos pais prezar pela família e atualmente vemos o peso da criação das crianças para os professores. Então, acredito que nessa discussão devemos ouvir docentes e pedagogos também”, sugeriu.

Fonte: ALERR

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