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A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a obesidade uma epidemia mundial, causada principalmente por maus hábitos alimentares e falta de atividade física. Ela é uma doença crônica caracterizada pelo excesso de peso e costuma ser causada pela associação de fatores genéticos, ambientais e comportamentais, levando à coexistência de vários fatores de risco para a saúde, bem como a associação com outras doenças, entre estas: diabetes, doenças cardiovasculares e pulmonares, distúrbios do sono e até transtornos do humor.

Neste mesmo sentido, um dos problemas de saúde pública mais preocupantes atualmente é a obesidade infantil. De acordo com a OMS, mais de 1 bilhão de pessoas no mundo são obesas e destas, 39 milhões são crianças. No Brasil, 9,4% de meninas e 12,4% de meninos são considerados obesos.

Causas e mudança de hábitos

Muitas vezes, a obesidade infantil é vista como uma condição que ocorre por fatores genéticos, contudo, outros pontos devem ser considerados e envolvem uma alimentação saudável e a prática de atividades físicas. Mudanças comportamentais, como o uso de telas ao invés de práticas ao ar livre e o aumento do consumo de alimentos processados e ultraprocessados, contribuem com os altos índices da doença.

Os hábitos alimentares das crianças são formados ainda na barriga da mãe e se estendem nos primeiros anos de vida. Para evitar que se tornem adultos com excesso de peso, cabe aos pais contribuir para que os filhos tenham uma alimentação adequada. Para isso, o Ministério da Saúde disponibiliza o Guia alimentar para crianças brasileiras menores de 2 anos e o Guia Alimentar para a população brasileira que prioriza 10 passos para uma alimentação adequada e saudável.

Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil

Celebrada anualmente no dia 3 de junho, a data tem como principal objetivo conscientizar a população sobre os cuidados necessários para combater esta doença que afeta milhares de crianças em todo o mundo.

Com o objetivo de incentivar o debate e criar mecanismos para combater e tratar a doença, os estados do Mato Grosso e Goiás possuem leis, disponíveis em nosso Banco de Leis, que falam sobre programas de prevenção e tratamento da obesidade infantil nas instituições de ensino públicas e privadas. Os estados do Paraná e Roraima também possuem projetos no sentido de combater essa doença.

Por Danilo Gonzaga/Ascom Unale

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