ALEAM: Deputados defendem fortalecimento de ações contra queimadas e apoio ao empreendedorismo feminino no interior

Durante a Sessão Plenária desta quarta-feira (7/10), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), os deputados destacaram medidas voltadas ao fortalecimento das políticas públicas no interior do Estado, integração dos órgãos públicos e das estruturas municipais de prevenção e combate às queimadas, além da ampliação do acesso ao crédito para micro e pequenas empreendedoras do interior.

O deputado Comandante Dan defendeu o fortalecimento das estruturas municipais de prevenção e combate às queimadas, com a integração entre os órgãos públicos e as equipes que atuam diretamente nos municípios do interior.

Autor da Lei nº 6.987, de 11 de julho de 2024, conhecida como Lei dos Brigadistas, o parlamentar destacou a criação dos Grupamentos Integrados de Combate a Incêndio e Proteção Civil (GCIPs) como uma alternativa para ampliar a capacidade de resposta diante de incêndios florestais e outras emergências ambientais.

“A integração precisa chegar à ponta, com equipes treinadas, equipamentos e condições de trabalho. Foi para fortalecer essa resposta no interior que apresentamos a Lei dos Brigadistas. Precisamos agir antes que pequenos focos se transformem em grandes incêndios”, afirmou Comandante Dan.

No mesmo tema, o deputado Wilker Barreto afirmou que os bombeiros estão com uma defasagem material e humana gigantesca. Além disso, o parlamentar afirmou que existem muitos incêndios criminosos e que é preciso aumentar as campanhas de conscientização. “Nós temos que agir, coibir e multar aqueles que estão atentando contra a saúde da população”, defendeu.

Mulheres empreendedoras

A deputada Brena Dianná solicitou apoio para a aprovação de seu Projeto de Lei (PL) que trata de empreendedorismo feminino no interior. De acordo com a parlamentar, a ideia é fornecer financiamento de até R$ 21 mil para micro e pequenas empresárias, direcionando as cartas de crédito das agências de fomento estaduais. “Queremos que as mulheres não precisem vir à Manaus para conseguir melhores condições de vida, mas que tenham oportunidade e qualidade de vida em suas próprias cidades”, afirmou.

Fonte: ALEAM

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