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Plenário do Congresso (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Após recesso de fim de ano, o Poder Legislativo Federal voltou às atividades na última quarta-feira (2). Em ano de eleições majoritárias, o Congresso Nacional terá um grande desafio: conciliar a análise de propostas prioritárias com o calendário eleitoral e manter a produtividade do ano anterior.

Vale lembrar que, as decisões tomadas pelo Senado Federal e pela Câmara dos Deputados neste ano, são o início das articulações para os novos rumos do país. A decisão final cabe ao eleitor, que no pleito de outubro, definirá as novas composições das duas Casas Legislativas, além da escolherem o novo presidente da República, governadores e deputados estaduais.

Em discurso na abertura dos trabalhos legislativos da 4ª Sessão Legislativa Ordinária da 56ª Legislatura, o presidente da Câmara, Arthur Lira, diz que os maiores desafios a serem enfrentados nos próximos anos são o desemprego e a inflação, “sem truques ilusionistas ou aventuras temerárias”.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que o Congresso precisa enfrentar temas urgentes, mesmo que em um ano eleitoral e mencionou as reformas tributária e a administrativa. Também citou o desemprego, a inflação, a desvalorização cambial, o preço dos combustíveis, a fome e a miséria, como grandes desafios a serem superados.

 

CONGRESSO X ELEIÇÕES

Alguns fatores que podemos destacar para traçar o cenário eleitoral deste ano: metade da Câmara Federal está no primeiro mandato e irá concorrer, pela primeira vez, uma reeleição. Já no Senado, apenas um terço dos senadores estão no final de seus mandatos e concorrerão ao pleito.

Este ano não terá eleições para as presidências das Casas. Em abril encerra-se a janela partidária e o prazo para novas filiações e trocas de siglas, além de ser o prazo limite para as desincompatibilizações, quando também os ministros devem deixar os cargos no Governo Federal.

Marina Nery / AScom UNale
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