alemgmulherRepresentantes de dezenas de entidades ligadas à luta pelos direitos das mulheres participaram, nesta quinta-feira (23/2/17), de mais uma reunião preparatória do ciclo de debates que vai marcar as comemorações do Dia Internacional da Mulher na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

As organizadoras decidiram alterar o calendário do evento, que se chamará “Pela Vida das Mulheres: Educação, enfrentamento do machismo e garantia de direitos”, e deve ser realizado no final de março, ainda sem data definida.

Anteriormente, estava programada uma audiência que marcaria a abertura das discussões no Legislativo, para o dia 7 de março. Mas as entidades parceiras na organização do evento e a bancada de mulheres da Assembleia decidiram redefinir a estratégia e apoiar outras ações já marcadas para ocorrer na Capital, no início do mês.

A definição sobre as audiências públicas no interior do Estado ainda depende das demandas que serão encaminhadas pelos movimentos às comissões da ALMG, em especial a Comissão de Participação Popular.

Deputada quer garantir participação de servidoras no evento

A programação do ciclo de debates ainda não está fechada porque há muitas sugestões de palestrantes que não foram contatadas ou não confirmaram presença.

A deputada Marília Campos (PT), que conduziu a reunião desta quinta (23), sugeriu, no entanto, que haja espaço para uma representante das servidoras da Assembleia em uma das mesas de debate. A sugestão foi de pronto acatada pelas participantes. A deputada também afirmou que vai solicitar à direção da Assembleia a liberação das servidoras que queiram participar do evento.

A deputada Geisa Teixeira (PT) também esteve presente à reunião e colocou seu gabinete à disposição para a organização do evento e para que as questões relacionadas com os direitos e proteção das mulheres sejam amplamente discutidas.

Entidades parceiras – A organização do ciclo de debates tem a participação de dezenas de entidades públicas e da sociedade civil, cujas representantes discutem o assunto, desde o fim de novembro de 2016, em reuniões preparatórias na Assembleia.

As entidades parceiras são: Associação das Prostitutas de Minas Gerais; Associação Mineira de Municípios; Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil; Centro Risoleta Neves de Atendimento à Mulher; Conselho Nacional dos Direitos da Mulher; Conselho Estadual da Mulher; Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Belo Horizonte; Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Ribeirão das Neves; Conselho Regional de Psicologia; Consórcio Regional de Promoção da Cidadania Mulheres das Gerais; Coordenadoria Especial de Políticas de Diversidade Sexual de Minas Gerais; Coordenadoria Especial de Políticas para o Idoso da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania; Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher; Departamento de Orientação e Proteção à Família; Federação Interestadual dos Servidores Públicos Municipais e Estaduais; Fórum de Mulheres do Mercosul; Igreja Batista Getsêmani; Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra; Movimento Popular da Mulher; Núcleo de Defesa dos Direitos da Mulher em Situação de Violência; Pastoral da Mulher Marginalizada; Rede Estadual de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher; Rede Nacional de Pessoas Trans; Secretaria de Estado de Educação; Secretaria de Estado de Saúde; Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social; Sindicato dos Servidores da Polícia Civil; Sindicato dos Vigilantes; Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação; Subsecretaria de Estado de Políticas para as Mulheres; Tribunal de Justiça de Minas Gerais.

Fonte: ALEMG
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