unipolPresidente da União Nacional dos Policiais Legislativos (Unipol), Clayton Moraes Barros, chefe da Divisão de Policiamento, Informações e Controle Operacional da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), avaliou positivamente o fórum da entidade realizado no dia 7 de junho, em Foz do Iguaçu (PR), evento paralelo da 21ª Conferência da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale). “O apoio obtido de parlamentares para o fortalecimento, implantação e implementação das Polícias Legislativas nas Assembleias do País foi destacado.”

Clayton Barros enfatiza que o presidente da Alego, deputado José Vitti (PSDB), participou da abertura do fórum, juntamente com parlamentares de outras Assembleias Legislativas, aos exemplos dos tocantinenses Wanderlei Barbosa (SD), Cleiton Cardoso e Jorge Frederico, ambos do PSC. “A discussão de propostas de fixação de diretrizes no processo de atuações das Polícias Legislativas foi bastante produtiva”, acrescentou Clayton Barros, em entrevista a Agência Assembleia de Notícias, logo depois que retornou do evento.

Adiantou que com o propósito de implantar o serviço de segurança em todas as Casas Legislativas do país, a Unipol busca parcerias para sua criação e regulamentação. Clayton lembrou que, apesar dos esforços empreendidos pela entidade, apenas oito Estados contam com a atuação da Polícia Legislativa regulamentada. Ele está certo de que, com o apoio recebido da Unale, o fortalecimento das Polícias Legislativas nos Estados que já contam com a instituição, bem como a implantação e implementação do segmento nas Assembleias Legislativas do País, agora vai se tornar realidade.

A expectativa é de que as presidências das Casas Legislativas façam adequação o mais breve possível do serviço de segurança nas Assembleias Legislativas dos Estados para definir a atuação da Polícia Legislativa, formada por servidores efetivos do serviço de segurança, que geralmente é terceirizado. Clayton Barros considera imprescindível esse investimento em segurança, sobretudo nesse momento em que o país passa por uma grave crise institucional.

“Mais do que nunca, faz-se necessária a qualificação dos profissionais que executam esse trabalho de segurança, especialmente para que possam resguardar o patrimônio das Casas Legislativas, mas principalmente parlamentares, servidores e pessoas de modo geral que frequentam este Poder”, concluiu.

Fonte: ALEGO
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